
O ponto de venda (PDV) deixou de ser apenas um local de transações financeiras; ele se tornou um centro estratégico para aumentar margens das softwarehouses e agregar valor ao cliente. Nesta palestra, a Destaxa, apresentará todas as transformações tecnológicas e como as empresas de software para o varejo podem transformar o PDV em um ativo valioso por meio da integração com soluções de pagamentos – TEF e outros produtos inovadores. Além disso, será discutido o papel estratégico do PDV na jornada digital do varejo e como as software houses podem se posicionar como parceiras essenciais nesse processo de transformação.
Muitos empresários ainda acreditam que vender depende de sorte, carisma ou de um “dom natural”. A verdade é que as empresas que crescem de forma previsível entendem que venda é ciência, não arte. É processo, não improviso.
Nesta palestra, vou mostrar como construir um modelo comercial replicável, com métricas claras, funil bem definido e um time preparado para transformar esforço em resultado constante. Não é inspiração momentânea, é consistência que gera escala.
Com processos de onboarding, materiais de apoio e treinamentos práticos, o(a) vendedor(a) tem clareza sobre o que fazer e como fazer. O resultado deixa de ser sonho e passa a ser objetivo mensurável.
Um time treinado não só vende mais: conhece melhor, negocia melhor e entrega alto valor agregado com resultados previsíveis. Venda é treinamento. Não basta ser comunicativo(a), é preciso ser assertivo(a).
Bons vendedores(as) se acomodam no resultado.
Excelentes vendedores(as) são inconformados(as), desafiam-se todos os dias e nunca param de treinar.
No fim, a mensagem é simples: não existem superpoderes em vendas. O que existe é método, disciplina e processo. É isso que transforma talento em resultado e resultado em escala.
Versões instáveis não apenas quebram o sistema, mas também a confiança dos clientes. Cada falha abre espaço para dúvidas sobre a qualidade do produto, mancha a reputação da empresa e cria um ciclo de desgaste interno e externo. Para pequenas e médias software houses brasileiras, esse cenário significa lidar com chamadas urgentes, clientes irritados e equipes pressionadas — enquanto a imagem do negócio se deteriora rapidamente.
O resultado é um retrabalho constante, retrocesso nas entregas planejadas, perda de dinheiro em correções que não estavam no orçamento e um nível de estresse que mina a motivação do time. No fim, aquilo que deveria gerar evolução e valor — a nova versão — se transforma em um risco que ameaça a saúde financeira, a produtividade e até mesmo o futuro da empresa.
Descubra como transformar sua marca pessoal em um ativo poderoso nas redes sociais. Aprenda estratégias práticas para ampliar sua influência, fortalecer relacionamentos e potencializar a imagem da empresa em que atua.
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